sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Fala-me de amor...

Foi o que me pediram....

Pediram-me para fazer um post de gaja que sou e falar de amor. Pois bem...aqui vai. Para mim é estranho falar de amor porque não é algo que se fale mas sim que se sinta e faça. Para mim não há uma forma tradicional de tratar este tema...não tenho uma visão distorcida nem do amor nem das relações. Já amei e fui amada como qualquer um dos mortais, no meu caso ter amado restaurou a minha inocência. O amor segundo oiço outros dizer provoca medos e apreensões...nunca os senti. Seria um amor desintegrado e perderia todo o sentido. No meu ponto de vista enquanto não aceitarmos que o amor assenta no mistério nada aprenderemos sobre ele. Não tenho a pretensão de ser uma grande investigadora neste domínio, não estou interessada...prefiro fechar os olhos e sorrir, como quando vamos a um sítio muito alto e colocamos a cabeça para trás e sentimos o vento no corpo. O amor não precisa ser refutado nem comprovado precisamos de nos adaptar a ele, não reclamar da forma como ele deveria ser. O amor com toda a sua ingenuidade é uma mistura de acanhamento real e acanhamento fingido que pede o olhar certo, um toque certo que nos abale até à medula. O amor toma conta de si próprio é só deixar fluir, se decidir morrer que morra de forma natural reservando os momentos dourados como ponto de partida para uma etapa nova. Se amor foi intenso, brindado com momentos únicos devemos olhar para trás sem distorções ou deformações...se amamos é porque em algum momento foi merecedor no nosso amor. É incrível a sensação de abraçar depois do amor quem um dia amamos e sentirmos a compensação da liberdade desse acto. O amor é um devaneio profundo numa mescla de sentimentos num contraste que me maravilha ...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

A minha primeira vez...

"Quem se quer bem sempre se encontra". A minha mãe utiliza muitas vezes esta frase quando encontra alguém de quem gosta. Ontem pensei a mesma coisa em relação ao Jorge. Tinha pensado nele, que já não falávamos há uns dias e de repente do nada ele apareceu no jantar. Possui o dom de me deixar bem disposta quando não o estou efectivamente. Confessei-lhe o que me incomodava sem ele me perguntar e apercebi-me que me conhece muito bem. A resposta dele no seu ar muito próprio foi " Manda fo...er isso! Tu até vens com extras! És loira e inteligente! Olha lá e porquê que não ouves as minhas mensagens?" Expliquei que sempre que as ia ouvir surgia alguma coisa que mas fazia passar para um momento mais tarde e lamentei não as ter ouvido...iriam ter um efeito mágico. Iriam fazer-me rir ...muito, precisava disso pois pela primeira vez senti algo que nunca tinha sentido. Em alguns momentos todas as mulheres o sentem, mas eu não...foi a primeira vez. Como se costuma dizer há sempre uma primeira vez para tudo..."Habituei-me" a ser elogiada frequentemente...tão frequentemente que deixei de dar valor ao facto por isso não me tornei numa convencida insuportável. A verdade é que em casa ele não o fez quando eu achei que estava no meu melhor e senti aquilo de forma dura. Reconheço que não foi por culpa dessa pessoa, fui eu que de forma inconsciente deixei que a minha auto estima ficasse de rastos. Cheguei também à conclusão que a supremacia intelectual sobre a física por vezes é uma grande treta! Não tenho vergonha de dizer isto...para espanto meu e aposto que dos outros, ouvi-me a dizer ao Jorge "serei assim tão feia?"algo que nunca disse...10 minutos de conversa com essa pessoa bastaram para deitar abaixo todo o conceito que tenho sobre o aceitarmo-nos conforme somos e ter sempre auto estima...algo que fiz sempre desde que me conheço como mulher. Não foi ele que contribuiu para isso mas...fica sempre o "mas" do “porquê que naõ disseste que estava gira?”...Pensei que era fútil porque "passei demasiado cartão" a um pormenor ...se fosse uma outra pessoa não ligaria nada a isso. A minha auto estima foi tão abaixo que de repente dei por mim a responder com desalento a alguns comentários inocentes. Por exemplo no café do costume à hora do almoço enquanto fumava uma senhora na casa dos cinquenta anos disse" menina não fume, tão bonita que é não devia fumar!" a minha resposta mental foi "Ya!". Na ida ao Norteshopping encontrei um homem que tinha estudado comigo " Estás muito bem, continuas muito bonita" ...resposta mental "Ya!". Enquanto jantavamos uma amiga notou que ainda estava com aquilo na cabeça e disse no seu ar traquina " Ó mulher ainda te bato, ficas com um olho negro e aí sim terás motivos para te sentires feia! Ai o catano!" Dei umas gargalhadas e tentei animar-me. Entretanto chegou o meu querido melhor amigo e disse-me " Estás muito bonita!" Juro que não comentei com ele fosse o que fosse acerca disto, fiz-lhe uma vénia seguido de um " obrigada" e dei-lhe um abraço muito forte. Ele ainda perguntou " que foi isto agora?" mas limitei-me a sorrir-lhe. Não devia ter deixado que isso me afectasse de forma tão pesada." A auto estima é como a virgindade. Todas as mulheres a têm até que a perdem com um homem. Mas ao contrário da virgindade a auto estima volta. Acabei de perder a virgindade no que se refere à falta de auto estima, e doeu...custou-me imenso admitir o que me incomodava perante os amigos tal o grau de futilidade que eu achava que isto teria. No caminho de volta pensei vezes sem conta " Manda fo...er isso!". A moral é como o "birote" anima-a mulher e há-de subir!"
Parece que tenho mais coisas de gaja do que alguma vez achei, pensei eu que era apenas o corpo...ora...mas neste momento já mandei fo...er isso...e cheguei a casa e disse-me " estavas linda demais para saíres sem mim"....

terça-feira, 27 de novembro de 2007

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

ZOVIRAX Polivalente

Confuso?

Nããã! Como gaja que sou recebo várias newsletters com novidades do mundo feminino. Acabei de receber esta associação de itens:
-" descubra alguns tipos de prazer femininos"
- " Zovirax a solução rápida para herpes labial"

Cá medo!