quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Ode to my people

Ricardo, Branco, Ju, Tiago e Olavo....

A minha gente...os meus queridos...amigos de mais duma década..não preciso de muitas palavras para os expressar o que sinto...porquê hoje? Porque me apetece dizer que vos amo muito...o quanto especiais vocês são...porque só nós sabemos o que nos une ...o sentimento que existe quando nos juntamos e que é tão impenetrável para quem vem de fora...não consigo sequer imaginar a minha vida sem vocês....e porque hoje me apetece homenagear-vos...

Sometimes I get to feelin' I was back in the old days ...Long ago
When we were kids when we were young
Thing seemed so perfect - you know
The days were endless we were crazy we were young
The sun was always shinin' - we just lived for fun
Sometimes it seems like lately - I just don't know
The rest of my life's been just a show
Those were the days of our lives
The bad things in life were so few
Those days are all gone now but one thing is true
When I look and I find I still love you
You can't turn back the clock you can't turn backthe tide
Ain't that a shame
I'd like to go backone time on a roller coaster ride
When life was just a game
No use in sitting and thinkin' on what you did
When you can lay back and enjoy it through your kids
Sometimes it seems like lately - I just don't know
Better sit back and go with the flow
Cos these are the days of our lives
They've flownin the swiftness of time
These days are all gone now but some things remain
When I look and I find no change
Those were the days of our lives- yeah
The bad things in life were so few
Those days are all gone now but one thing's still true
When I look and I find I still love you I still love you

I still love you all.....



sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

O grande sentido da vida!

Coloquei algumas músicas na playlist em primeiro lugar mais precisamente 5...ando completamente apaixonada por elas. Hoje 7.00 da manhã e acordei com o espírito animado.O meu pai teve que levar comigo, com as músicas e com a minha cantoria do início até ao fim das mesmas. Gosto de guitarradas, imagine-se porquê e até mesmo as musicas lentas têm que ter um certo speed...o que ele gostou mesmo foi quando na parte “ sweetest it´s the taste from your liiipss.....acrescentei um eih!” olhou para mim e começou a rir como que a dizer “ a minha filha é passada completamente!” Entretanto digo-lhe eu “ Pai olha a parte que gosto” You got to let me dreammmm inside you baby .....” Ele apenas disse que gostava de me ver assim com tão boa disposição logo de manhã...” O caminho ainda era mais ou menos longo mas nunca reclamou...olhava para mim e sorria. Para mim tudo tem que ter paixão e ser apaixonante..nem que seja cantar umas musicoles no caminho ....


Agora o post sério...para quem não sabe eu durmo pouco mesmo...às vezes duas horas por noite. Ontem precisamente ás três e tal da manhã com uma música de fundo pus-me a pensar no sentido da vida. Muito se fala sobre o grande tema “ Qual é o sentido da vida?”....Sei que não existe uma grande revelação na resposta a esta pergunta. Não há um caminho directo que nos leve a ela...o sentido da vida pelo menos para mim está patente em uma ou outra acção. Podemos encontrar o sentido da vida em qualquer lugar, hora ou sítio...várias vezes ao longo do tempo. Podemos encontrá-lo nas risadas com os amigos, no sexo, no convívio familiar...ao olhar para trás apercebo-me que sim ...encontrei o sentido da vida em todas essas situações. O sentido da vida é omnipresente...algo que nunca vemos...que descobrimos em certos momentos ou nos momentos certos da nossa realidade. Franzo a sobrancelha enquanto me surgem momentos na mente e tento relacioná-los com o que acabei de escrever...talvez tenha perdido “alguns sentidos da vida”...alguns minutos que poderia ter dedicado “ao sim”...ora bolas! Se eu soubesse na altura que residia ali naquele “sim” o “grande sentido da vida” talvez tivesse vivido a maravilha das consequencias desses possíveis “sims”....mas fazendo um “flasback” existem outros que me fazem um sorriso bem por detrás das minhas pupilas...momentos que prefiro chamar “ momentos muito sentidos e muito vividos na minha vida”. Á medida que vou escrevendo este post também concluo que todos esses momentos se iniciam através do diálogo que pode ser ou não através das palavras...algo mais profundo...num efeito misturador e alternador. Esta minha extrema necessidade de constante análise mundana torna a minha forma de pensar extremamente bizarra eu sei...é um exercício que inflama o meu interesse mental algo que se eu dissesse através da vocalidade se tornaria chato. Ou não...Por isso escrevo na mais absoluta pureza dos meus conceitos ...cada vez mais idealista.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Não falo, não planejo e não mudo...

Escrever sobre as peripécias das minhas férias, sobre o Natal e passagem do ano em meados de Janeiro não me parece bem. Acho que mesmo se fosse hoje o primeiro dia do ano também não escreveria. Por algum motivo se chama “ fim de ano”...o que aconteceu em 2007 fica em 2007. Não irei falar no que mudei na minha vida e também não quero esquecer o ano passado. Como uma pessoa importante para mim costuma dizer “ é o passado que define o que somos hoje”. Este ano tenho planos a concretizar como toda a gente, mudanças interiores...mas tenho uma característica que por muito que tente não consigo mudar ...por isso não será certamente este ano que o farei. É algo que é meu, parte integrante...imediato, que não consigo evitar. Tenho o hábito de analisar tudo o que me rodeia... perco imenso tempo com isso. Não consigo evitar ...é tipo um sensor, olho para alguma coisa ou alguém e acciona de imediato o meu sentido analista. Quando a análise é concluída de forma negativa, rio...acho uma certa piada aos defeitos dos outros. Nunca fui muito comunicativa e só concedo umas palavras fora do obrigatório a alguém depois de ter sujeitado essa pessoa a um pré-estudo precoce. Nesse estudo pondero a continuidade da conversa e aproximação ou a aniquilação dos mesmos. Já me enganei algumas vezes, tola seria se afirmasse ser a supra sumo do conhecimento humano. Confesso que me dá algum gozo encontrar os meus erros pois eu própria me integro no meu estudo. Cada pessoa que vejo encaro como uma nova entidade. Hoje vi “do meu esconderijo”(a minha análise contemplativa) um senhor...perdi o meu olhar uns minutos nele...não lhe vi a cara mas tive tempo suficiente para observar o seu aspecto geral...fisicamente não o sei descrever não dirijo a minha análise para o aspecto físico. Todo ele era fraqueza julgando pelos seus passos inseguros. Os seus modos, uma mescla de grosseria e infãncia retardada, no entanto notava alguma dignidade na forma como gesticulava. Quem era? Não sei...a minha mente auto programa-se ...há quem diga que repara que “não estou cá” porque abro os olhos e iço a sobrancelha . Pois...não sei...talvez sejam as minhas íris a fazer zoom para conseguir ver mais de perto...É certo que todos nós escondemos uma carta...encaro essa carta escondida a residência da percentagem do charme...naqueles que o têm. É essa carta escondida na manga que me fascina nos humanos. Serei perspicaz? Não me parece. Sou paciente, cuidadosa, resolutiva e obstinada. Não me sinto atraída por pessoas demasiado palpáveis seja em que patamar sentimental for. Tornam-se evidentes até à banalidade. Tudo o que é banal não tem magnetismo...qualidade que procuro nos outros mas raramente encontro...ora aí está um plano para 2008...continuar à procura.