Hoje, não mais que hoje - assim o digo e espero - deixo-me embalar por uma tal melancolia já provada anteriormente, em tempos que a dor na alma não dormia. Entrego-me, como que sem forças, e deixo-me levar na viagem pelo sabor de uma dor que conheço, não percebo e não controlo. Uma dor que me assola em dias que a fragilidade me toma por sua.
Hoje depois de ter chegado a casa já tarde mas não mais que hoje - assim o peço - deixo-me estar às escuras, sem luz do candeeiro e sem luz de janela. Perco-me na música e sinto cada nota a entrar em mim em jeito de condimento necessário para este estado sem hora marcada.
Hoje, nunca tanto como hoje, dóis-me e eu sei porquê.. Estou deitada ... Mas falta-me a tua respiração no meu pescoço. Falta-me o peso do teu braço sobre mim.Falta-me o bater do teu peito nas minhas costas. Faltas-me tu.Hoje faltaste-me tu...por isso dóis-me e eu sei porquê...
Há páginas que pensámos viradas ─ umas por nós, outras tantas por alguém ─ que afinal continuavam a ser escritas, lidas e relidas. Páginas com histórias boas, páginas com histórias más. Páginas de cumplicidade, amizade, alegria, carinho, paixão, amor. Páginas de solidão, angústia, sofrimento, ciúme, traição, desprezo e muita dor.Muita dor...
Tento guardar e levar comigo, bem junto do meu corpo as páginas boas!Alguém que as coloque bem juntinho de mim para a minha alma não esquecer as minhas memórias. As páginas más estou a tentar rasgá-las uma a uma, mas em cada página que viro para rasgar cada letra do que passou na minha vida doi como um prego no meu peito. O que é mau faz-nos mal, torna-nos amargos, não nos deixa evoluir, não nos permite seguir em frente.
Que se virem as páginas e que o branco de uma nova página signifique muita paz! Porque não tarda a minha vida será uma página em branco...não haverá mais nada a escrever...mais nada a dizer...mais nada a amar ou sentir., ou doer ..apenas a paz ...da minha alma...
Hoje depois de ter chegado a casa já tarde mas não mais que hoje - assim o peço - deixo-me estar às escuras, sem luz do candeeiro e sem luz de janela. Perco-me na música e sinto cada nota a entrar em mim em jeito de condimento necessário para este estado sem hora marcada.
Hoje, nunca tanto como hoje, dóis-me e eu sei porquê.. Estou deitada ... Mas falta-me a tua respiração no meu pescoço. Falta-me o peso do teu braço sobre mim.Falta-me o bater do teu peito nas minhas costas. Faltas-me tu.Hoje faltaste-me tu...por isso dóis-me e eu sei porquê...
Há páginas que pensámos viradas ─ umas por nós, outras tantas por alguém ─ que afinal continuavam a ser escritas, lidas e relidas. Páginas com histórias boas, páginas com histórias más. Páginas de cumplicidade, amizade, alegria, carinho, paixão, amor. Páginas de solidão, angústia, sofrimento, ciúme, traição, desprezo e muita dor.Muita dor...
Tento guardar e levar comigo, bem junto do meu corpo as páginas boas!Alguém que as coloque bem juntinho de mim para a minha alma não esquecer as minhas memórias. As páginas más estou a tentar rasgá-las uma a uma, mas em cada página que viro para rasgar cada letra do que passou na minha vida doi como um prego no meu peito. O que é mau faz-nos mal, torna-nos amargos, não nos deixa evoluir, não nos permite seguir em frente.
Que se virem as páginas e que o branco de uma nova página signifique muita paz! Porque não tarda a minha vida será uma página em branco...não haverá mais nada a escrever...mais nada a dizer...mais nada a amar ou sentir., ou doer ..apenas a paz ...da minha alma...
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